Dia das Mães

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Olá pessoal!

Esta semana o tema é muito gostoso de se falar: Dia das Mães!

Mãe é um tema tão sublime e ao mesmo tempo, simples. Se encaixa em qualquer assunto da vida.

Eu, quando penso em fazer qualquer coisa, logo vem a lembrança de como minha mãe fazia ou aconselhava a fazer. E não estou falando de culinária, mas em qualquer situação vem a presença da minha mãe. Por exemplo, quando estou doido para comprar algo de que não preciso muito, vem sempre aquela vozinha no meu ouvido: “…seja econômico, meu filho. Você pode precisar mais para frente.”.  Está certo que nem sempre atendo ao seu conselho, mas que ela está presente, sim e sempre.

Já repararam como mãe pressente as coisas?  Se sua mãe falar para não sair em determinado dia, porque está preocupada e que você corre risco, não saia. Sério! Como alguns dizem, praga de mãe não tem erro. Certa vez, ainda rapaz, vinte anos, jogo da Copa do Mundo de 1.990, a Seleção Brasileira tinha vencido o jogo, não me lembro qual, mas a cidade estava em festa. Eu como a maioria dos brasileiros, queria ir para a rua comemorar. Então falei para minha mãe: _Mãe, tô indo ali. Era assim que a gente nesta idade, falava com a mãe. Não tinha muitos detalhes e nem telefone celular. Ela, muito delicadamente me alertou: _Filho, escute o conselho da mamãe, não vá. Dia de jogo as pessoas bebem muito e ficam valentes. Pode ter confusão na rua e brigas. Fique em casa. Não custa nada. É só um dia.

Mas como assim? Pensei. Como ficar em casa numa ocasião tão “especial” como esta? Era o que a maioria dos garotos da minha idade pensavam.

Virei para minha mãe, com aquele ar de quem tem controle sobre sua vida e disse: _fique tranquila mamãe! Não terá problema nenhum. Daqui a pouco estarei de volta. E fui!

Estava eu de volta realmente. Nariz quebrado, olho roxo e inchado e todo sujo de sangue. Ela estava certa. O povo bebe e fica violento. Não sei de onde veio o primeiro soco. Os outros eu não vi também. E lá estava ela, quando cheguei em casa, cuidando dos meus machucados e sofrendo por mim!

Hoje não a tenho fisicamente ao meu lado, mas sua essência e lembranças são minhas companheiras eternamente. Daria tudo para receber novamente aquele “cafuné” ou até aquele “pito” (bronca), que ela costumava a nos dar. Então fica a dica: escute os conselhos da sua mãe e aproveite cada momento intensamente, pois não sabemos quando teremos um carinho de mãe novamente.

Se sua mãe disse algo que o incomodou, seja sábio e escute a opinião dela. Esteja certo de que você precisava ouvir aquilo, por mais que o desagradasse.

Mãe ama, e quem ama quer o bem! Simples assim.

Desejo que todos tenham um feliz dia das mães e que possam se unir em amor e gratidão por tudo que ela representa!

Sobre culinária, deixarei que os sabores e amores dos deliciosos pratos que sua mãe faz ou fazia, continuem exatamente como são para você, sem nenhuma interferência da minha parte.

Beijo a todos e fiquem com Deus!

Claudio Dantas e sua mãe Orminda Dantas (in memorian)

1 comentário em “Dia das Mães”

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