Dono de distribuidora é preso em operação que investiga uso de empresas como fachada para o tráfico em Juiz de Fora e região
15 dez 2023
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Segunda fase da ação, chamada de 'Sepulcro Caiado', foi realizada nesta sexta-feira (15) em São João Nepomuceno. Polícia apura organização criminosa suspeita de movimentar R$ 3,5 bilhões no crime. Materiais apreendidos na 2ª fase da operação em São João Nepomuceno
Polícia Civil/Divulgação
Uma distribuidora de bebidas e venda de carnes de São João Nepomuceno, suspeita de ser usada para lavagem de dinheiro do tráfico de drogas, é alvo da 2ª fase da Operação “Sepulcro Caiado”, realizada nesta sexta-feira (15). A ação investiga uma organização criminosa acusada de movimentar R$ 3,5 bilhões em Juiz de Fora e região.
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Segundo a Polícia Civil, o proprietário do estabelecimento, que não teve o nome divulgado, foi preso. Outro segue foragido e as buscas continuam.
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Durante a ação, também foram cumpridos 6 mandados de busca e apreensão, um de sequestro de bens e outro de bloqueio de ativos financeiros. Os policiais também apreenderam munições, um revólver carregado e outros materiais para a investigação, além de três veículos.
Ainda conforme a Civil, as buscas seguem pelo segundo foragido, investigado por lavagem de dinheiro e participação na organização criminosa.
Veículos apreendidos na primeira fase da Operação "Sepulcro Caiado" em Juiz de Fora, foto de arquivo
Polícia Civil/Divulgação
Primeira fase
Na primeira fase, realizada em agosto deste ano, 48 mandados de prisões preventivas foram cumpridos, além de vários veículos apreendidos e bloqueios ativos de R$ 3,5 bilhões.
Distribuidora de bebidas, casa de carnes, lanchonetes, restaurantes, pizzaria e outros estabelecimentos eram usados como fachada para o esquema de lavagem de dinheiro, vindo do tráfico de drogas. Alguns foram criados somente para a prática criminosa.
Ao todo, são 21 empresas investigadas, sendo 20 em Juiz de Fora.
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FONTE: G1 Globo